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Justiça concede Habeas Corpus aos acusados de fraude no IPTU em Taboão

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Redação

28/07/2011 00:00
Justiça concede Habeas Corpus aos acusados de fraude no IPTU em Taboão

 

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O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu Habeas Corpus aos envolvidos na fraude do IPTU em Taboão da Serra.

Os presos só poderão deixar a cadeia mediante pagamento de fiança, no valor de R$ 27 mil. O Tribunal determinou ainda, que nenhum deles podera deixar suas residências após as 18 horas.

Quanto os secretários e vereadores, eles não poderão assumir seus cargos públicos enquanto o julgamento estiver em curso. A decisão saiu na tarde desta quinta-feira, dia 28.  

Entenda o caso

O esquema que fraudava os cofres públicos começou a ser descoberto no dia 18 de março, com a prisão em flagrante do funcionário público Márcio Carra. Ele, segundo a polícia, baixava indevidamente impostos que estavam na dívida ativa em troca de propina. A investigação da Polícia Civil levou a descoberta de uma quadrilha que operava o esquema.

No dia 3 de maio, a Polícia Civil deflagrou uma enorme operação. Três vereadores, Carlos Andrade, Elói e Arnaldinho foram presos na ocasião. O irmão do vereador Carlos Andrade, Milton Andrade, também foi preso.
Outros sete mandados de prisão foram expedidos pela Justiça. Os ex-funcionários da prefeitura, Celso Vasconcellos, o Celsinho, Turíbio Antônio Castilho, o Binho e Bruno Bolfarini foram presos no dia seguinte.

Outras três pessoas ainda são procuradas pela Polícia acusadas de também integrarem a quadrilha, Rafael da Silva, o Rafinha, Marcelo Pereira Cavalo e Acileide Franca da Cruz são considerados foragidos pela justiça.
A polícia calcula que o rombo nos cofres públicos ultrapasse os R$ 10 milhões. Segundo o investigador-chefe, Ivan Jerônimo, a fraude pode ser muito superior a esse número preliminar. “Não me surpreenderia se o rombo seja de 20, 30, 50 milhões de reais”.

O Tribunal de Justiça de São Paulo concedeu Habeas Corpus aos envolvidos na fraude do IPTU em Taboão da Serra.

Os presos só poderão deixar a cadeia mediante pagamento de fiança, no valor de R$ 27 mil. O Tribunal determinou ainda, que nenhum deles podera deixar suas residências após as 18 horas.

Quanto os secretários e vereadores, eles não poderão assumir seus cargos públicos enquanto o julgamento estiver em curso. A decisão saiu na tarde desta quinta-feira, dia 28. Daqui a pouco maiores informações.

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