Gravações revelam que morte de PM foi ordenada de presídio
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Com informações de Rose Santana
A Polícia Federal, o Ministério Público e a Polícia Civil continuam as investigações sobre os atentados ocorridos nos últimos meses em que policiais militares estão sendo mortos. Há suspeitas de que as mortes são encomendadas de dentro dos presídios paulistas. A notícia foi vinculada no domingo, dia 14, no programa Fantástico da Rede Globo. A reportagem mostrou gravações onde os criminosos combinam as mortes dos PMs. As gravações já estão em poder da polícia.
Em conversas os criminosos ordenam a execução dos policiais que devem ser assassinados. “Se eles pegar (sic) um de nós, na covardia, cai dois deles”, diz um deles. Em outro trecho da gravação, exibido no programa, outro homem estabelece o prazo: “Fica determinado o prazo de dez dias para ser concluída a cobrança”, diz.
De acordo com o Procurador-Geral de Justiça, Márcio Elias Rosa, a população não precisa se apavorar. “A população pode e deve permanecer tranquila porque haverá aplicação da lei”.
Há uma semana, na madrugada de segunda para terça-feira, dias 8 e 9, um PM foi assinado em Taboão da Serra, nas cindo horas seguidas após a morte do Sd Hélio Miguel de Barros, outras nove mortes aconteceram nas cidades de Taboão e Embu das Artes. Outras quatro pessoas foram feridas.
O Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) e a Corregedoria da Polícia Militar também estão no caso, eles investigam se há participação de PMs nas mortes.
Para o Secretário de Segurança Pública de São Paulo, Antônio Ferreira Pinto, a polícia esta agindo. “Nós estamos combatendo, e isso está causando uma série de preocupação para eles [criminosos]. Há essa revolta, há um oportunismo. Pode fazer acerto de contas e debitar na polícia esse momento que estamos passando”.

