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Greve não interrompe aulas, informa a secretaria da Educação de SP
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Apesar da greve anunciada pelos professores da rede estadual de São Paulo, a secretaria da Educação do Estado informou, em nota, que as aulas aconteceram normalmente na segunda-feira, dia 22, e recomenda que "pais não deixem de ir às escolas".
Foto: Eduardo Toledo

Greve não afetou a rotinas nas escolas,segundo o Governo de SP

Greve não afetou a rotinas nas escolas,segundo o Governo de SP
A secretaria da Educação, também informou “que o registro de faltas durante esta segunda-feira teve crescimento de apenas 0,9% do total de docentes, oscilação considerada normal em relação à média diária de ausências de aproximadamente 5%. Desse modo, o andamento das aulas e o calendário escolar permanecem inalterados”.
A Diretoria de Ensino de Taboão da Serra que engloba também o município de Embu das Artes informou que não teve conhecimento de paralisação de professores nas escolas das duas cidades. O mesmo aconteceu com a Diretoria de Ensino de Itapecerica da Serra, que inclui Embu Guaçu, Juquitiba e São Lourenço da Serra.
Por volta das 18h, o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), ainda não tinha um levantamento da adesão da paralisação. Segundo informações, quando se decreta uma greve, o primeiro dia é para convencimento. É quando os conselheiros da sub sede da Apeoesp visitam as escolas. Eles vão conversar com os professores, pais e alunos, explicar o motivo da greve e pedir apoio.
A Apeoesp rejeitou, na última sexta-feira, dia 19, durante assembleia, a proposta do governo que ofereceu reajuste salarial de 8% a partir de julho, dessa forma o piso da categoria passará a ser R$ 2.257,84 para 40 horas semanais de trabalho. Eles reivindicam reposição de 36,74% e complementação do reajuste referente a 2012.
O sindicato argumenta que o governo não esta levando em conta a inflação. Os professores também querem que um terço da jornada de trabalho seja dedicado a atividades de formação e preparação de aulas.
Se a greve acontecer nos próximos dias, cerca de 100 mil alunos podem ficar sem aula em toda a região.

