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Congresso sobre Autismo em Taboão da Serra destaca empregabilidade como caminho para inclusão

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Redação

12/04/2026 21:49
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A inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no mercado de trabalho esteve entre os principais temas debatidos durante o 1º Congresso do TEA de Taboão da Serra, realizado no sábado (11), na UniFECAF.

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Representantes da instituição e autoridades locais defenderam que a empregabilidade é uma ferramenta concreta de autonomia, dignidade e cidadania para pessoas autistas e suas famílias.

O vereador Anderson Nóbrega afirmou que a geração de empregos deve ser prioridade nas políticas públicas. “Quando você dá um emprego, você dá dignidade. A maior alegria para uma família é ver o pai ou a mãe chegar em casa empregado”, declarou.

Ele também destacou a importância do debate sobre autismo. “Quanto mais conhecimento, menos preconceito. As famílias enfrentam desafios enormes e precisam de apoio”, disse.

Jacqueline Pereira, representante do Time de Carreiras da UniFECAF, afirmou que o trabalho da instituição vai além da formação acadêmica e busca conectar estudantes e comunidade a oportunidades reais.

“Nosso papel é promover uma inclusão humanizada. Precisamos sensibilizar empresas parceiras para receber profissionais com TEA e compreender as particularidades de cada pessoa”, afirmou.

Segundo Jacqueline, os debates promovidos no congresso também ajudam a preparar futuras ações de empregabilidade, como mutirões de vagas e programas de inserção profissional.

Durante a entrevista, Anderson Nóbrega anunciou novas iniciativas voltadas ao emprego. Entre elas, um mutirão previsto para 23 de abril, no Campus Centro da UniFECAF, com oferta de 2 mil vagas. Para maio, está programado outro evento no Parque das Hortênsias, com expectativa de mais de 20 mil oportunidades.

O CEO da UniFECAF, Marcel Gama, afirmou que a instituição pretende seguir investindo em ações sociais voltadas à inclusão. “Tudo o que pudermos fazer para disseminar conhecimento e gerar oportunidades será um prazer”, declarou.

Especialistas presentes no congresso defenderam que a inclusão profissional exige capacitação, acolhimento e ambientes preparados para valorizar talentos e competências.

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