Vereador Moreira desmente bate-boca e confusão no PSI
O vereador professor Moreira (PSD), falou sobre a “polêmica” a respeito da visita após dele e do pré-candidato Aprígio ao PS Infantil do Santo Onofre, em Taboão da Serra, na noite da última segunda-feira, dia 4. De acordo com algumas informações, a visita teria terminado em confusão e bate-boca, funcionárias da prefeitura chegaram a abrir um Boletim de Ocorrência. O parlamentar desmentiu tais alegações.
Moreira disse que foi ao PSI após sair de uma reunião, onde também estava o pré-candidato Aprígio. Na unidade ouviram “várias reclamações” de pacientes a respeito da demora no atendimento e sobre as “péssimas” condições do local. “Chegando ao PSI me deparei com uma situação lamentável…Uma atendente apenas na recepção, a sala de espera lotada, observamos que no chão havia muita sujeira… mães chorando, perguntando o que poderia ser feito”, comentou.

Moreira relata que foi informado pela “enfermeira responsável” que havia três médicos na unidade, porém, de acordo com o vereador, os pacientes diziam que apenas “um estava atendo” até aquele momento. E que eles deixaram a unidade, após terem sido “convidados” a percorrer a unidade e conversar com funcionários e munícipes.
“Os próprios funcionários do hospital estavam pedindo socorro pra nós… munícipes também reclamaram da demora, das péssimas condições do PSI… Conversamos com todo mundo e saímos. Várias pessoas vieram nos agradecer, informando que só o fato de estarmos ali, a fila que estava parada, começou andar… não houve mais nada, nenhum bate-boca, não houve absolutamente nada de anormal… O que eu mais recebi foi agradecimento e elogio por ter estado lá”.
Sobre o Boletim de Ocorrência, Moreira declarou que apenas cumpriu sua função de legislador. “O vereador é um fiscal natural de todo serviço público que existe na cidade, sou vereador de Taboão da Serra, o pronto socorro é em Taboão da Serra, fui chamado por munícipes daqui, evidentemente ao titubeei como nunca fiz. Em nenhum momento achei que estaria extrapolando a minha função… achei um absurdo abrirem um boletim [BO] sem pé nem cabeça… Podem abrir quantos boletins de ocorrência quiserem, mas não vão me intimidar e nem calar a minha voz, estarei sempre ao lado povo”.

