Home

Medo da gripe H1N1 faz álcool gel esgotar em farmácias na região

3 min de leitura
Foto do autor

Redação

12/04/2016 00:00
Medo da gripe H1N1 faz álcool gel esgotar em farmácias na região

Para se prevenir contra a gripe A, conhecida como H1N1, além da dose da vacina, a população também tem corrido às farmácias de todo o Estado a procura de álcool em gel e máscaras. Na região sudoeste da Grande São Paulo, a demanda pelos produtos tem passado dos 50% em relação aos outros meses, o que fez com que os consumidores encontrassem as prateleiras vazias nas drogarias e farmácias. O álcool em gel, usado para higienizar as mãos é uma das formas mais indicadas para evitar o vírus.

Publicidade
Publicidade

“Estou tentando comprar álcool em gel desde a última quarta-feira e não consigo encontrar, não está fácil”, informou a dona de casa Vilma Porto, de 45 anos.

 O álcool em gel, usado para higienizar as mãos é uma das formas mais indicadas para evitar o vírus | Thiago Neme / Gazeta de S. Paulo

A falta dos produtos não pegou só os consumidores de surpresa, mas também os gerentes das farmácias e os fornecedores. “Estamos com os estoques vazios, porque os fornecedores também foram pegos de surpresa. A procura aqui subiu mais de 40% e neste momento estamos sem álcool gel”, informou o gerente da farmácia Bifarma, Ismair dos Santos, em Taboão da Serra.

Ainda segundo Ismair dos Santos, na última semana a farmácia recebeu uma carga do produto, porém na mesma semana o estoque ficou vazio.

Já a gerente Luana Alves, da Drogaria SP, em Taboão da Serra, também está sofrendo com a falta dos produtos. “Desde a semana passada estamos sem álcool em gel e máscaras. Só no período da manhã, as vendas ultrapassavam cerca de 45% em relação ao final do ano passado.

Vacinação. Em meio ao surto, os postos de vacinação da capital paulista e da Grande São Paulo, iniciaram na manhã de segunda-feira, dia 11, a vacinação contra o vírus H1N1. As doses da vacina estão sendo aplicadas no público alvo da campanha que são os idosos, gestantes e crianças de 6 meses a 5 anos, além de pacientes com doenças crônicas.

Mortes. Ao menos 11 Estados, já registraram casos do vírus H1N1. Um balanço do governo de São Paulo divulgado na sexta-feira passada, 9, mostrou que o Estado já teve neste ano 70 mortes em decorrência do H1N1, número sete vezes maior que o registrado ao longo de todo 2015.

Esse avanço está fazendo com que os paulistas façam filas nas clínicas particulares, que oferecem as doses da vacina por preços que variam de R$ 90 até R$ 120. Parte das clínicas particulares estão com estoques vazios.

Publicidade
Publicidade