Recanto Gaúcho é demolido e entulho será reciclado
O Recanto Gaúcho, mantendo seu pioneirismo de sempre, torna público uma das mais importantes medidas sustentáveis, uma demolição com preocupação ambiental. A empresa está concluindo a demolição do prédio existente com equipamentos de última geração, triturando todo o material demolido para ser reutilizado.
De origem italiana, existem apenas três máquinas em operação no Brasil, com custo avaliado em R$ 1.300,00 a maquina da Recinert Ambientale apresenta alta tecnologia e respeito à natureza.
Foto: Divulgação

Há apenas três máquinas iguais a essa em operação no Brasil
“Trata-se de uma pedreira móvel, é mais caro fazer esse tipo de reciclagem, porém, é compensatório ficar de alma limpa, contribuindo diretamente com o meio ambiente”, afirma Roberto Terassi, sócio-proprietário do Recanto Gaúcho, que voltará às operações no próximo ano.
O processo apresenta as seguintes vantagens:
– reuso do material rico e sólido para bases de construção, aplicação em estradas, sendo um material pronto para agregar em concreto, etc.
– preservação das jazidas de pedra;
-preservação de áreas nobres que hoje são utilizadas para despejo de entulho;
-diminuição da utilização de transporte pesado, poupando combustível, pneus e vias;
-diminuição de veículos pesados, entupindo vias de trânsito, já bastante comprometidas hoje nas grandes metrópoles;
“O sucesso é tão grande que o próprio secretário de meio ambiente de Embu, João Ramos, gostaria de utilizar o material produzido no aterro sanitário, além dele, outras autoridades da região”, afirma Terassi.
O empresário diz que o Conisud poderia se valer dessa experiência. “Seria um projeto interessante para o Conisud, onde as 7 cidades poderiam ter um material rico, barato e reutilizável para suas necessidades diárias, evitando o despejo, na calada da noite de dezenas de caminhões que vêm de fora dos municípios”, finalizou.
