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Para Polícia Civil, professora foi executada no Embu

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Redação

28/02/2011 00:00
Para Polícia Civil, professora foi executada no Embu

 

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Menos de 12 horas após o assassinato da professora Joyce Chaddad de Morais Domingues, de 36 anos, a Polícia Civil de Embu já começou as investigações do caso. Quatro testemunhas foram ouvidas na tarde desta segunda-feira, dia 28. O delegado da 1º DP de Embu, Higino Grigio, responsável pelo caso, suspeita de execução.

 Prefeitura de Embu e Apeoesp lamentam morte de professora

“Para mim, foi execução. Mais pessoas devem ser ouvidas amanhã para elucidar o caso”, afirmou o delegado. A polícia acredita na hipótese de execução porque nada foi roubado da vítima e o assassino chegou já atirando. Pelo menos três tiros atingiram Joyce, que chegou a ser socorrida, mas morreu no Pronto Socorro.

Foto: Reprodução | TV Globo

Joyce Chaddad tinha acabao de voltar da licença maternidade

De acordo com Grigio, nesta terça-feira, dia 1º, um retrato falado do suspeito será divulgado. O policial também desmentiu a primeira versão que o assassino teria dito o nome da professora antes de atirar. Uma testemunha, que estava próximo a professora, disse que o assassino atirou sem falar nada.

A professora era casada e havia retornado de licença maternidade no dia 15 passado. O bebê está com sete meses. As aulas da Escola Municipal Paulo Freire foram suspensas em luto pela professora assassinada e só voltam na próxima quarta-feira, dia 2.

A prefeitura de Embu emitiu no final da tarde uma nota de pesar. A Apeoesp, sub-sede de Taboão da Serra, também enviou uma nota sobre o caso.

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