Delegado lamenta morte de policial civil por complicações da Covid-19

O delegado titular do 2º DP de Taboão da Serra, Altamiro Nunes, lamentou nesta quarta-feira, dia 9, a morte do colega e policial civil Valdinei Aparecido Pangoni, que estava há quatro anos na delegacia do Pirajuçara.
“A Polícia Civil da região de Taboão da Serra, ficou entristecida, com o passamento do agente policial, Valdinei Aparecido Pangoni, que era lotado no 2º Distrito Policial de Taboão da Serra, e que se encontrava internado desde a metade da semana passada, por causas médicas ainda não determinadas, mas que apresentava possíveis sinais característicos da doença conhecida como SARS – 2/COVID 19”, disse o delegado ao Portal O Taboanense.
Pangoni foi enterrado no cemitério Cristo Rei, em Juquitiba, na manhã desta terça-feira, dia 8. O policial estava há 25 anos na Polícia Civil e há quatro trabalhava no plantão do 2º DP de Taboão da Serra. “Para mim, falar um pouco do Pangoni é motivo de alegria e orgulho, uma pessoa muito especial que desenvolveu até o último dia, o seu mister com dignidade e transparência”.
A morte do policial pegou os colegas de surpresa. Apesar de ter contraído o coronavírus, seu estado de saúde era considerado estável. “A sua falta agora, ecoa aos quatro cantos da nossa região. Essa tragédia mexeu com todos. Mostrando a importância da amizade, fraternidade e colaboração de todos que o conheceram pessoas que tiveram contato com esse profissional de polícia que sempre esteve engajado com o bom atendimento ao público, trabalhador, dinâmico, muito à frente de seu tempo”, disse Altamiro Nunes.
Pangoni trabalhou ainda no 1º Distrito Policial de Embu, em diversos setores operacionais da Delegacia Seccional de Polícia de Taboão da Serra, inclusive no Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos – Garra de Taboão da Serra.
“Quem perdeu, nós todos, Policiais Civis e/ou não pessoas que tiveram a honra de conviver com o Policial Civil Pangoni. Que Deus Altíssimo o receba de braços abertos. Na terra dos Justos. Combateu o bom combate. Guardou a sua fé”, lamentou Altamiro Nunes.