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Fernandes afirma que só voltará a conversar com grevistas no dia 24

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Redação

15/06/2014 00:00
Fernandes afirma que só voltará a conversar com grevistas no dia 24

Há mais de uma semana em greve, os servidores públicos municipais de Taboão da Serra, querem a retomada das negociações com o governo. Na pauta de negociações, o funcionalismo exige reajuste salarial imediato de 40%, vale transporte, aumento da cesta básica, convênio médico, revisão do estatuto do magistério, devolução do quinquênio e sexta parte retirados em 2010, licença para acompanhamento de terceiros (filhos menores e idosos), transformação das ADIs em PDIs (professoras de desenvolvimento infantil), redução da jornada das ADEs e Auxiliares de Classe para 6h sem redução salarial, entre outros benefícios.

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Segundo o comando de greve, mais de 80% das escolas municipais aderiam à greve, além das assistentes socias, psicólogos, funcionários da Usina, Zoonoses e Parque das Hortênsias, de forma integral ou parcial.

Prefeito Fernando Fernandes afirma que grevistas quebraram acordo | Eduardo Toledo

Em nota oficial encaminhada ao Portal O Taboanense, “a Prefeitura de Taboão da Serra esclarece que apenas um grupo isolado de funcionários aderiu à greve. Dos 1.600 professores que estão ativos na rede municipal de ensino, apenas 116 paralisaram as atividades”.

A nota também informa que “no dia 27 de maio, o prefeito Fernando Fernandes recebeu uma comissão composta por 12 pessoas. Durante o encontro, que durou quase três horas, o prefeito escutou cada uma das reinvindicações feitas pelos manifestantes e sinalizou que alguns dos itens da pauta não poderão ser atendidos neste momento, pois não dependem apenas da Prefeitura.

É o caso, por exemplo, das gratificações “Quinquênio” e “Sexta parte”, que são necessárias alterações no Estatuto do Magistério Público Municipal para que estas sejam concedidas. Outra reinvindicação é o reajuste salarial para toda a categoria. Um novo encontro está agendado para o dia 24 de junho”.

Ao final, a nota esclarece que “apesar da paralisação deste grupo de funcionários, os alunos não estão sendo prejudicados, pois as aulas não foram suspensas”.

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