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Sérgio Vaz é destaque na revista Veja desta semana

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Redação

26/12/2012 00:00
Sérgio Vaz é destaque na revista Veja desta semana

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O poeta Sérgio Vaz foi escolhido pela revista Veja São Paulo como uma das 10 pessoas que mais fazem a diferença em São Paulo. A escolha foi publicada na última edição da revista, que circula nesta semana. Fundador da Cooperifa, Vaz foi eleito pelos jornalistas da Veja pelo seu projeto Cinema na Laje.

A publicação conta a história de 10 pessoas que estão fazendo a diferença com projetos inovadores e que, de alguma forma, estão mudando a vida dos moradores de São Paulo. A matéria cita ações simples e criativas em áreas como saúde, educação e cultura que “transforma a vida de muita gente e ajuda a fazer uma cidade melhor”.

Foto: Marcelo Min

Sérgio Vaz exibe orgulhoso a marca da Cooperifa tatuada em seu braço

Segundo Sérgio Vaz, ser escolhido pela revista Veja é uma honra que o motiva ainda mais. “Acho que a matéria foi muito positiva, a gente não faz nada pensando nesse tipo de reconhecimento, mas quando as pessoas enxergam o trabalho que desenvolvemos todos os dias, isso nos motiva a continuar”, afirmou.

O projeto começou em 2008 e já reuniu mais de 13 mil espectadores. Em 2011 foi realizada a 1ª Mostra do Cinema na Laje, que deve ganhar uma nova edição em 2013. “A gente ouvia a história de muita gente que frequentava a Cooperifa e nunca tinha pisado em uma sala de cinema. Pensei ‘tem alguma coisa errada’ e resolvemos fazer o Cinema na Laje”.

Em 2009, Sérgio Vaz já tinha sido escolhido pela revista Época como um dos 100 brasileiros mais influentes do país. Há 19 anos em Taboão da Serra Sérgio Vaz já fez de tudo. Ao criar a Cooperifa após um evento em uma fábrica abandonada na Régis Bittencourt, Vaz deu início a um trabalho mais voltado a periferia, onde ele mesmo se redescobriu.

O primeiros saraus da Cooperifa aconteciam no bar do Bodão, na estrada São Francisco, no Pq. Albina, em Taboão da Serra. Após um ano, o sarau mudou, para outro bar, no Jd. São Luiz, na capital, onde está até hoje. “A periferia não tem museu, não tem teatro, não tem cinema. Mas tem boteco. Então transformamos o bar do Zé Batidão em centro cultural”, diz.
 

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