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Servidores municipais entram no quarto dia de paralisação

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Redação

11/06/2014 00:00
Servidores municipais entram no quarto dia de paralisação

No quarto dia de paralisação do funcionalismo público de Taboão da Serra, os grevistas continuam, nesta quarta-feira, dia 11, em frente à sede da prefeitura aguardando a reabertura das negociações com o governo municipal. O grupo exige de imediato, entre outros benefícios, reajuste salarial de 40%.

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Segundo o comando de greve até à tarde de terça-feira, dia 10, funcionários dos CRAS, CREAS, do Centro POP, Usina, Parque das Hortênsias e Zoonose, além de 42 escolas municipais haviam aderido ao movimento.  “Todas as assistentes sociais, além de funcionários de seis CRAS , um CREA aderiram ao movimento”, disseram.

Grevistas prometem nova caminhada na sexta-feira, dia 13, a partir das 9h | Rose Santana

O comando relatou que o secretário de Educação João Medeiros, se reuniu com algumas ADEs, ontem, e ofereceu um abono de R$ 200, de acordo com a professora Sandra Fortes, só a comissão pode negociar com o governo e “não são só R$ 200”. Os servidores municipais estão há 18 anos sem reajuste salarial.

Representes dos grevistas estiveram na sessão da Câmara, o grupo buscava apoio do legislativo para requerer junto ao prefeito a reabertura das negociações. O vereador Moreira (PT) apresentou um requerimento em regime de urgência solicitando que o governo atendesse os grevistas, a urgência foi rejeitada.

Sem diálogo, os grevistas prometem para sexta-feira, dia 13, uma nova caminhada do largo do Taboão até a sede da prefeitura, a partir das 9h. Em seguida eles realizarão um “arraiá” no local.

No dia 27 de maio, o prefeito Fernando Fernandes (PSDB) recebeu uma comissão de grevistas, mas não houve acordo. Fernandes afirma que os grevistas quebraram o acordo firmado.

Os grevistas dizem que o prefeito informou que algumas das reivindicações não podereim ser concedias por se tratar de ano leitoral, "isso não confere porque não é eleição municipal", além de reagendar uma reunião "para uma data muito longe [dia 24]". Com o impasse a greve deve continuar.

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