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Unifesp avalia prédio arrematado pela Prefeitura de Embu

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Redação

15/06/2014 00:00
Unifesp avalia prédio arrematado pela Prefeitura de Embu

Matheus Herbert, da Gazeta de S. Paulo

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A primeira vistoria técnica das instalações do antigo Colégio Ecco aconteceu nesta quarta-feira, em Itatuba, região de Embu. O terreno foi adquirido pela Prefeitura de Embu das Artes no começo deste mês e será cedido à Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) para instalação do campus na cidade.

A avaliação feita pelo pró-reitor adjunto de Planejamento da Unifesp, Pedro Fiori Arantes, foi positiva. “O espaço é adequado, tem dimensionamento interessante e, apesar de estar sem uso, é recuperável. O entorno ambiental é favorável à instalação da universidade. Há questões pontuais, como acessibilidade, regularização do imóvel, transporte, segurança. Isso porque o Ministério da Educação (MEC) e a Unifesp trabalham com foco nos cursos noturnos para atender a todos os trabalhadores’, declarou.

A limpeza do terreno de 35 mil m², 3 mil m² de área construída, já está sendo realizada | Thiago Neme / Gazeta de S. Paulo

Uma das questões fundamentais é a obtenção do laudo do Corpo de Bombeiros. Após análises e laudos técnicos, que já vêm sendo realizados pela equipe da Prefeitura, Pedro Arantes concluirá o laudo de patrimônio, que será encaminhado à reitoria de Graduação e chefia de Gabinete da Unifesp.  Uma nova visita será agendada para a finalização do processo de avaliação do possível campus da Unifesp.

O pró-reitor ressaltou que o projeto original, de construir um campus no centro, não está descartado e que esse prédio poderia ser utilizado para iniciar os cursos de graduação da Unifesp na cidade. Nele poderá ser implantada até mesmo com creche, já que no local há infraestrutura para isso. De acordo com a prefeitura, a limpeza do terreno de 35 mil m²,  3 mil m² de área construída, já está sendo realizada.

Desde 2009

Em 2009, quando surgiu o projeto de implantação da universidade em Embu das Artes, a prefeitura iria construir um prédio de 3 mil metros quadrados dentro do Parque da Várzea para a cerca de 1.200 alunos. Por conta da dificuldade de licenciamento ambiental da área, o projeto ficou parado. Agora, a prefeitura tem duas opções para abrigar a universidade, o imóvel recém-arrematado e o terreno em frente à prefeitura que foi decretado área de interesse público, mas que ainda precisaria ser desapropriado por cerca de R$ 12 milhões.

Com informações da Prefeitura de Embu das Artes

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